Por que eu amo George O’Malley

Sim, é um post de apreciação. Contém spoilers.

Sabe aquela pessoa que a gente fala “Você não existe”? Este é George. O Dr. O’Malley. Que inclusive só existe no coração de quem crê na palavra de Shonda Rhimes.

Em Grey’s Anatomy, também conhecida como a maior série de drama médico que o mundo já viu, ele é interpretado por Theodore Raymond Knight. Sim, é o que T. R. significa. Numa tradução livre, para parecer gente como a gente, é o Teodoro Raimundo Cavaleiro.

Para começar, as minhas primeiras impressões sobre George: Que cara tranquilo, olhos doces, um amigão, que interessado! Olha como é esperto, parece bobo mas não é. E me deu a ideia de politicamente correto, de alguém que veste a camisa da empresa acima de tudo, pau pra toda obra. Qualquer problema, podem bipar o O’Malley. Ele estará pronto a ajudar. Praticamente uma Kim Possible, que depois vi que está mais para Ben10.

Talvez você esteja se questionando: Como assim Ben10? Ele liga o modo monstro às vezes? Ele muda de especialidade conforme a emergência? Ele tem superpoderes? Meu amigo, isso daqui vai muito além do hospital…

Inicialmente, a família tradicional dele não o respeita como médico. Seus irmãos, por ignorância, nem sabem o que um interno faz. Nem mesmo o pai dele que é tão orgulhoso do filho, entende como é a profissão que ele escolheu seguir. O jogo vira de uma forma bem interessante quando eles se deparam com um incidente. E chega a hora do menino começar a se explicar e fazer seu nome.

De verdade ele é um profissional multifacetado, que se arrisca muito, que é curioso e não engole qualquer opinião – ainda que venha de alguém muito mais experiente que ele. Ele investiga casos que intrigam os cirurgiões mas que qualquer interno deixaria passar batido, pro seu próprio bem. Tanta ousadia e alegria lhe renderam o apelido de 007 numa dessas peripécias. Cá entre nós, não é à toa que Izobel Stevens se identifica tanto com ele, em termos de cagadas médicas e sobre se envolver emocionalmente na vida dos pacientes.

E já que estamos falando da Dra. Stevens, eu quero deixar aqui uma das coisas mais peculiares na personalidade do George. Ele é um romântico incurável que todo mundo pensa que não fica com ninguém. O gado mais fiel da Meredith mas que não parou a vida para esperar a boa vontade dela. E tem aquele ditado né “Se já não esperas, tu qualquer hora alcanças.”

Entretanto, há quem o chame de Mala, O Mala, pelo jeitinho de bom moço e por fazer sempre a coisa certa (aos olhos dele). Esta opinião é irrelevante já que saiu da boca do mais chato. O mais chato que passa o rodo e passa até uma DST – indiretamente – ao pobre George. Mas nem depois de infectado ele foi tão babaca, só um pouco rude, no momento de aflição.

Simultaneamente, ele consegue ser um ombro pra chorar, alguém que vai sempre te ouvir, te dar uma opinião sensata sobre o que você precisa e estar ali para literalmente tudo. Ele é o amigo que se encaixa na sua necessidade, depende de como você pede (e da consideração dele por você). Vale dizer que se a união foi firmada por um acordo nupcial, mais ou menos. Mas o coração dele é todinho de uma BOA AMIZADE. Aquela famosa amizade sincera. Aí meu bem, nada mais importa.

E cês me perdoem, eu ainda estou no quarto período da minha graduação na série, mas não poderia deixar de exaltar essa figurinha rara que é o Jojo. Marcou a vida de Miranda Bailey, chefe dos internos na época, que o homenageou colocando o nome dele em seu filho. Eu mesma nunca vi a chefe de ninguém batizar o filho com nome de funcionário, mas este daí mereceu.

Vocês também tem apreço por algum personagem? Comenta aí que quero conhecer. E se curte meus textos, sinta-se à vontade para compartilhar com quem quiser. THAT’S ALL FOLKS!

2 comentários

  1. Jogos do universo ou não! Alinhamento cósmico me contempla! Lendo pela primeira vez eram 0:07 dei um sorriso para esse alinhamento! Pensei ” podemos ter corações partidos e desenhar na mão de alguém 0:07 para sermos reconhecido e testar nosso exercício de fé ” No fundo acho que sempre tem um O’Malley dentro de nós para sermos uma boa amizade para que cada pessoa precisa de nós! No fundo O’Malley quer ter o tempo da boa amizade e nela levar a transitoriedade para algo que amizades possam acelerar o coração de forma avassaladora! Da tempo!? Não sei!! Me estenderia a ha tantos personas que viveu essa transito e movimento de ser O’Malley e viver algo avassalador! Para O’Malley nem todo tempo é tempo de transitoriedade e sim tempo dos sentidos e sentimentos presentes! Assim como ele é o amigo ele tem o core machucado pela meriodtih (errei como escreve) em algum momento nosso coração precisa e pede pra explodido no corpo e no coração de alguém! A maior explosão do O’Malley foi namorar acertos que ninguém ouviu! E escrever 007 para se fazer lembrando! E para dizer que talvez possa partir! Costumes bárbaros beijamos a boca! E com ponta dos dedos escrevemos só que O’Malley poderia escrever….. Intimidade com a meriodtih!

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